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Juruá Notícias - OVNIs nos céus da Amazônia

 

 

 

 

 


 

Referencia no Rio Grande do Sul em Ufologia.

Acesse os links do youtube e assista as entrevistas de Ernesto Bono.

 

 


Primeira parte de palestra realizada pelo escritor,médico e ufólogo Dr.Ernesto Bono no terceiro Encontro de Terapeutas Holísticos realizado em Porto Alegre em março de 2008

 

 

 

 


 

Sobre Lobsang Rampa

Em 1957 T. Lobsang Rampa escreveu o relato constado neste livro e que foi lançado primeiramente como artigos em uma revista ufológica, posteriormente pela imprensa informal e atualmente resgatado à luz em 1988 pela editora norte-americana Inner Light Publications.

Desde 1956 Rampa tornou-se mundialmente famoso com o lançamento de seu primeiro livro: “A Terceira Visão” (editado no Brasil pela editora Record/Nova Era). Desde sua primeira obra Rampa declarou ser um lama tibetano transmigrado para o corpo de um inglês, o que gerou enorme controvérsia na imprensa. Mas os seus milhões de fãs - e de cópias vendidas de seus 20 livros publicados em todo o mundo - demonstram que nem todos são tão céticos ao novo.

Este livro versa sobre discos voadores.

Rampa só recebeu uma chance na vida de responder aos críticos da imprensa publicamente, em uma entrevista a uma rede de tevê canadense. Não obstante, Rampa é um dos escritores esotéricos mais famosos do planeta até os dias de hoje.


 

 

Criatura estranha encontrada em lago intriga moradores de cidade no Panamá.

'ET' foi morto por adolescentes entre 14 e 16 anos em Cerro Azul.
Pesquisadores investigam criatura, não catalogada como animal.

 

Uma estranha criatura intriga a população de uma cidade do Panamá. Morto por cinco adolescentes em um lago de Cerro Azul, o ser não identificado é apontado como extraterrestre, mas pode ser apenas um animal ainda não catalogado pelos biólogos ou com problemas de formação.

Segundo jornais panamenhos, cinco adolescentes entre 14 e 16 anos estavam em torno do lago, no sábado (12), quando viram uma criatura bizarra saindo de uma gruta. Assustados com sua aparência e com medo de serem atacados, os jovens atiraram pedras até matá-la e a jogaram na água.

A notícia logo se espalhou pela cidade. Retirada do lago, a criatura foi apontada como um ET por moradores da região e pela imprensa local. Outros a descreveram como o personagem "Gollum", da trilogia "O senhor dos anéis".

Ouvido pela rede de jornalismo Telemetro, o especialista em vida silvestre do órgão nacional de meio ambiente Melquiades Ramos disse que o caso está sendo investigado e que as características da criatura são "muito peculiares".

Nesta terça-feira (15), foi encontrado no local um animal sem cabeça, que seria um bicho-preguiça. Ainda não se sabe se há alguma relação com o caso do ser encontrado no fim de semana.

Fonte: G1 Veja fotos


UFOLOGIA

O governo britânico começou a liberar para o público seus arquivos secretos sobre aparições de Ovnis (Objetos Voadores Não Identficados).

Os primeiros oito arquivos, que podem ser baixados do site dos Arquivos Nacionais da Grã-Bretanha, cobrem os anos de 1978 a 1987 e trazem inúmeras gravuras e relatos de pessoas que dizem ter visto ou tido contato com objetos e seres extraterrestres.

O Ministério da Defesa espera liberar todos os documentos, cerca de 200 no total, nos próximos quatro anos.

Um dos arquivos relata a experiência de um homem que contou em detalhes os encontros que teve com "homenzinhos verdes" desde criança.

Ele afirma que um deles, chamado Algar, foi morto em 1981 por uma outra raça de extraterrestres quando estava prestes a fazer contato com o governo britânico.

Outra testemunha jurou ter visto um disco voador pairando sobre a ponte de Waterloo, em pleno centro de Londres.

Um dos documentos ainda traz o depoimento de um homem de 78 anos que contou ter conhecido seres extraterrestres no condado de Hampshire, em 1983. Ele contou ter entrado no disco voador e conversado com eles.

Ao descobrirem sua idade, os E.Ts teriam lhe dito: “Pode ir, você é velho demais para o que a gente precisa”.

Coisas estranhas

Apesar de afirmar que “há coisas estranhas que rondam pelo céus da Grã-Bretanha”, o ministério da Defesa diz que “não há evidências de que naves extraterrestres tenham pousado neste planeta”.

De acordo com o especialista em assuntos de segurança da BBC Oliver Conway, o governo sempre deu atenção a qualquer relato sobre objetos voadores não identificados por questões de segurança.

Desde 1950, o ministério da Defesa acredita ter recebido relatos de cerca de 11 mil aparições.

Muitas delas, diz o governo, são na verdade queima de lixos espaciais quando entram na atmosfera, estranhas formações de nuvens e balões meteorológicos.

Os investigadores ainda notaram que o número de aparições dobrou em 1977 depois do lançamento do filme Contatos Imediatos do Terceiro Grau, de Steven Spielberg.

Fonte: BBC Brasil

 


EM COMEMORAÇÃO AOS 61 ANOS DA

UFOLOGIA MODERNA 24 DE JUNHO DIA MUNDIAL DOS DISCOS VOADORES


Amigos.

É tempo de descerem as máscaras! Eu esperava por isso há muito tempo! Eu fico contente com este tardia mas sábia decisão!

Recebi de Lisboa este vídeo em inglês, traduzido para o espanhol.

400 militares dos EUA e outros grupos como CIA, FBI, NASA resolveram esclarecer sobre a existência dos irmãos extraterrestres que vivem em nosso universo.

Finalmente, a humanidade saberá agora o que eles vêm escondendo há mais de cinquenta anos: nós não estamos sozinhos! Poucos sabiam, agora o mundo tomará conhecimento.

Um abraço,

Início da Campanha de Desclassificação

Por favor vejam isto, é uma bomba !

Inicio de la Campaña de Desclasificación

Por favor ve esto, es una bomba !

Veja antes que O retirem DA internet

CLIQUE AQUI PARA VER.

 

 


TUNGUSKA 1908 - 100 anos de mistérios

Priscila Di Cianni Ferraz de Oliveira

Fig.1 - Mapa da região onde ocorreu o fenômeno.

Em 2 de julho de 1908, o jornal de Irkutsk publicou o relato de duas testemunhas:

“...Um camponês disse ter avistado um corpo de brilho intenso com uma luz branco-azulada...o objeto tinha a forma de um cilindro. O céu estava praticamente sem nuvens, exceto na direção do nascente, onde o objeto foi observado, lá havia uma pequena nuvem escura. Estava quente e seco quando o corpo brilhante se aproximou do chão dando a impressão de estar pulverizando o lugar. Houve um estrondo, não como um trovão, mas como o som de uma avalanche de pedras ou como um tiroteio. Todos os edifícios tremeram e ao mesmo tempo uma labareda surgiu através da nuvem. Todos os habitantes da aldeia correram em pânico para a rua. Uma senhora idosa começou a chorar e todo o mundo pensou que o fim do mundo estava se aproximando.”

S. B. Semedec, uma testemunha da vila de Vanavara, que fica a cerca de 60 km ao sul do local da explosão relatou o que se segue:


“ Eu estava sentado na varanda da estação de troca de Vandecara na hora do café da manhã, quando de repente, no norte o céu foi separado em dois. Na parte acima da floresta o céu inteiro pareceu ter sido coberto de fogo. Nesse momento eu senti um grande calor, como se a minha camisa estivesse pegando fogo. Eu quis retirar a minha camisa e jogá-la longe, mas naquele momento, houve um estrondo, um ruído poderoso vindo do céu. Eu fui jogado na terra por aproximadamente 7 m e por um momento perdi a consciência. O estrondo foi seguido pelo ruído de pedras caindo. A terra tremeu e eu protegi a minha cabeça, pois tive medo que as pedras pudessem cair em mim.”

As conseqüências do impacto puderam ser sentidas a grandes distâncias. Vibrações sísmicas foram registradas por instrumentos posicionados a mais de 1.000 km de distância, uma coluna de fogo foi vista a centenas de quilômetros do local. Após a explosão, uma coloração incomum foi percebida no céu durante o nascer e o ocaso do Sol em vários países no oeste da Europa, na Escandinávia e na Rússia. O clímax foi no dia 30 de junho mas permaneceu por semanas, embora enfraquecendo lentamente, até sumir.

Uma coluna de poeira ergueu-se entre 40 e 70 km de altitude causando um fenômeno conhecido como brilho-noturno. Esse fenômeno é causado pela reflexão da luz solar nas partículas de poeira em suspensão na atmosfera. O brilho-noturno no leste da Sibéria e no meio da Ásia era suficiente para se ler um jornal. Distúrbios no campo magnético da Terra foram relatados a 900 km do epicentro pelo Observatório Irkutsk. Essas tempestades magnéticas são equivalentes àquelas produzidas por testes nucleares efetuados na atmosfera. O momento político que a Rússia vivia foi um dos fatores que fez com que se demorasse a montar uma expedição científica em busca de respostas para o que havia acontecido. Somente em 1927 o cientista Leonid Kulik do Instituto Meteorológico Russo, chefiou uma expedição para estudar o fenômeno.

Fig.2 - Leonid Kulik e a sua expedição em 1927.

Fig.3 - Região devastada pela explosão (L.Kulik, 1927)

Os relatos dos xamãs das tribos nômades da região contavam das árvores queimadas e caídas. O xamã chefe do povo da região, os Evenks, havia virtualmente selado a região proclamando-a “encantada”. O povo Evenk estava atemorizado acreditando que os deuses haviam se enfurecido e destruído a região. Kulik esperava encontrar uma cratera meteorítica e, até mesmo, fragmentos do meteorito. Vencida a resistência das tribos ele e sua equipe finalmente penetraram na região. Tiveram que abrir caminho por cerca de 100 km de taiga, cruzar rios e pântanos. O pior, entretanto, foram os enxames de mosquitos. Kulik não conseguiu encontrar vestígios do meteorito e nem a cratera que teria sido produzida pelo impacto.

Outras expedições seguiram buscando uma explicação para o evento. Quando Fred Whipple apresentou o seu modelo de estrutura cometária – a bola de gelo sujo – alguns cientistas acreditaram ter encontrado a explicação. Um fragmento do gelo de um cometa havia se precipitado para a atmosfera terrestre, sendo totalmente destruído na entrada. Essa seria a razão de não encontrarmos fragmentos.

O astrônomo eslovaco Lubor Kresak sugeriu que poderia ser um fragmento do cometa Encke que é o responsável pela chuva de meteoros Beta Taurídeos, uma vez que o evento coincidiu com um pico dessa chuva. Em 1983, o astrônomo Z. Sekanina publicou um artigo criticando a hipótese cometária. Ele argumentou que um corpo composto de material cometário, viajando através da atmosfera em uma trajetória tão baixa seria desintegrado rapidamente mas, o bólido avistado em Tunguska, permaneceu intacto na baixa atmosfera por um bom tempo. Sekanina argumentou que um objeto denso, rochoso, provavelmente de origem asteroidal era mais provável.

Em 1993, os pesquisadores Chris Chyba, Paul Thomas e Kevin Zahnle estudando a explosão da Sibéria, concluíram que foi um tipo de meteoróide rochoso (aerólito) que explodiu na atmosfera. Essa conclusão foi reforçada quando pesquisadores russos encontraram fragmentos finos de partículas rochosas entranhadas nas árvores da região da colisão, combinando com a composição química dos aerólitos. Essa hipótese ganhou força em 2001, quando Farinella, Foschini et al., publicaram um estudo que sugere que o objeto em questão veio da direção do cinturão dos asteróides.

Os primeiros cálculos estimaram que o asteróide original deveria ter de 50m a 60m de diâmetro. Estudos recentes feitos pelo pesquisador de meteoritos Christopher Chyba, avaliou que a explosão pode ter sido causada por um aerólito com cerca de 30m de diâmetro, viajando com velocidade em torno de 15 km/s. A energia liberada na explosão foi calculada em torno de 4,8 x 1015 joules. Isso é equivalente a 500 mil toneladas de TNT ou 60 bombas iguais à bomba atômica que foi lançada em Hiroshima.

Em 1999, Giuseppe Longo, físico da Universidade de Bolonha, Itália, encontrou e estudou o Lago Cheko localizado a 8 km na direção noroeste do epicentro da destruição. Não havia registro da existência desse lago até o evento, embora, esta região não fosse mapeada em detalhes. A equipe do Prof. Longo, em um primeiro momento, não pensava que o lago pudesse ter origem em uma cratera de impacto. Pesquisas com sonar, no entanto, mostraram que o fundo do lago é em forma de cone, diferente de outras formações geológicas da região, sugerindo formação por impacto meteorítico.

Fig.4 - Região do Lago Cheko (atual).

 

Fig.5 - Mapeamento do Lago Cheko através de sonar.

Outros estudiosos discordam. O cientista especialista em meio-ambiente, Gareth Collins, do Imperial College de Londres, alega que se não houver evidências de temperatura e pressão alta no local onde teria caído o cometa, não pode haver cratera de impacto. "Para abrir um buraco do tamanho do Lago Cheko, o asteróide teria que ser muito pequeno e viajar com velocidade muito baixa".

A equipe de Bolonha pretende regressar à Tunguska ainda em 2008 para completar os estudos. Até que novos resultados sejam publicados, o evento em Tunguska permanecerá sendo um mistério fascinante.

Fonte: URANOMETRIANOVA

 

 


 

 

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